Sexta-feira, 28 de Outubro de 2011

AMOR SOBERANO SENTIMENTO

 

 

                                 

 

 

 

 

AMOR SOBERANO SENTIMENTO!

 

Omnia vencit amor – O amor vence tudo

(Virgílio)

O amor vive de amáveis ninharias )

(T. Fontaine)

O amor não tem idade, está sempre a crescer.

(B. Pascal)

O verdadeiro amor não se esgota.

Quanto mais se dá mais se tem.

(Saint-Exupery.)

 

Amor! Amor! Palavra linda

Com tanto, tanto contexto,

Que na vida nos guinda,

Ao Céu ou Inferno sem jeito!

 

Ninguém d’ela se deslinda,

Quando s´enraíza no peito,

Ora alegria nos brinda,

Ora nos põe tudo desfeito!

 

Mesmo assim, ninguém abdica,

Do amor, seja rico ou trica,

À sua volta tudo gira…!

 

Talvez com interesse subtil,

Prazer! Dinheiro em desfil’

Um grande amor tudo vira!

 

 

 

publicado por novacalliope às 11:46
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O FEITIÇO DO AMOR

O FEITIÇO DO AMOR

 

À DOLORES COM TODOS AMORES

 

"O amor é a força mais subtil do mundo."
-- Mahatma Gandhi

 

O mundo é amor, é um jardim de amor.

 Todas as formas são amor, todas

As atitudes de ódio são também amor."
(Anónimo)

 

"O verdadeiro amor é exigente,

 Implacável, e, ao mesmo tempo, infinitamente delicado."
(Anónimo)

 

 

Se o amor não fosse cego, não fazia o que fez,

Enfeitiçou-me pelo teu sublime encanto,

Perdi-me, eu sei, mas, Meu Bem, um dia garanto

Eu me vingo,a cegueira chega a minha vez!

 

Não me julgues cego d’amor, eu me levanto

Quando abrir os olhos desta embriaguez,

Casamos lá na capelinha, vamos ser…TRÊS

Nosso viver de ventura, vai brilhar ao canto!

 

Esta é a minha sincera promessa, que juro

Vai ser d’harmonia, róseo nosso futuro,

Nada que te possa of’recer, nada te nego…

 

Basta que acredites e vejas todo meu fim,

Que nossa vida, vai ter rosas de jardim,

Pra ti, Meu Amor, deixo de ser falso cego!

publicado por novacalliope às 09:49
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O AMOR É FUROR

 

 

 

O AMOR É FUROR

 

O amor demasiado ainda é pouco (?)

 

O amor, que é bem pouca coisa,

é a mais séria de todas cias da vida (?)

 

O amor é o sol do coração,

imprime-lhe o brilho e matriz.

(J. Alencar)

 

O amor é o rei dos jovens e o tirano dos velhos (?)

 

O AMOR! Não tem regras, dogmas ou fronteiras,

E um “bichinho”, muito senhor, muito tenaz,

Quando julgamos estar no alto, anda pra trás;

Quando se julga nobre, digno, só faz “asneiras”!

 

Quanto mais avança, mais perturbação traz,

Torna-se altivo, às vezes perde maneiras,

Exige, requer, mesmo “coisas” maluqueiras,

Sim, o amor é, louco, em tudo contumaz!

 

Quando é amor paixão, não quer beiras,

Força “penetrar”, devasso, torna-se edaz,

Insaciável de “comidas” loucas, brejeiras!

 

O amor é, assim; ferve, gela, tudo é capaz,

De transpor pra ter só pra si, noites inteiras,

De mostrar imp’ríal, que do resto é, capaz!

publicado por novacalliope às 07:14
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Quarta-feira, 26 de Outubro de 2011

A AMÁLIA E EU…!

 

 

 

 

 

 

 A AMÁLIA E EU…!

(Recordação autêntica!)

 

 

AMÁLIA! Apesar de tantos anos passados,

Tua morte nunca foi por nós concebida,

Cantamos sempre …tua Estanha forma de vida…”

Que tiveste pelo mundo das casas de fados!

 

A Mariquinhas  é, cem mil vezes repetida,

A Casa Portuguesa é dos hinos desejados,

Na Severa, Parreirinha, foram aclamados,

Pelo povo nunca, nunca foste esquecida!

 

Lembro: -- N’uma noite de chuva no IMPÉRIO”,

--Ela me disse:- “Queres ganhar “cem paus” meu “galdério”…?

Vai buscar um táxi… tira-me daqui pra fora…

 

…Lá fui buscar o taxi pela ”porta do cavalo”

Fiquei olhá-la como um sonho, mesmo “abalo”,

Com tristeza, não acompanhar àquela hora…!

 

publicado por novacalliope às 09:55
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Segunda-feira, 24 de Outubro de 2011

QUADRA GLOSADA 56

QUADRA GLOSADA 56

Mote

Trago comigo um desejo

Fogueira acesa no peito,

De reviver n’um beijo,

O nosso amor já desfeito!

(Quadra popular)

 

Deus ouviu minha prece,

Foi quando tive o ensejo,

De ver isto que parece,

Trago comigo um desejo!

 

Hoje só desejo dizer, assim

Foi tão grande o efeito,

Agora fervilha em mim,

Fogueira acesa no peito!

 

Assim, esta ilusão é segura,

Até com esp’rança já vejo,

Talvez a ditosa ventura,

É de reviver n’um beijo!

 

É nebuloso, inaudito,

O eu dizes não tem jeito,

Não vejo, nem acredito,

O nosso amor já desfeito!

 

 

publicado por novacalliope às 10:47
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QUADRA GLOSADA 55

QUADRA GLOSADA 55

Mote.

Quando na rua te vejo,

Com outro de braço dado,

Eu sinto um vivo desejo,

De avivar o desgraçado.

(Quadra popular)

Glosa

 

Não sei se é ou não pavor,

Quero aproveitar o ansejo,

Mas sinto tão grande tremor,

Quando na rua te vejo!

 

Sinto minh’alma ferida,

Já partilha do m eu fado,

Ver-te assim atrevida,

Com outro de braço dado!

 

Desabou o meu lindo castelo,

Apagou-se o meu festejo,

Mas aqui sincero revelo,

Eu sinto um vivo desejo!

 

Que esse te faça feliz,

Mas olha, toma cuidado,

Farei o que nunca quis,

De avivar o desgraçado!

 

 

publicado por novacalliope às 10:28
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UM A NOITE DE INVERNO

UM A NOITE DE INVERNO

 

(À DOLORES)

 

O grande amparo da velhice,

É um longo hábito da virtude. ( Cícero )

 

A velhice é, a um tempo,

Objecto dos nossos

Desejos e das nossas queixas: Cícero

 

A velhice é o Inverno da vida,

 Sujeito a tempestade: Sólon

 

Meu amor, chegou o inverno. A chuva lá fora

Fustiga inclemente, fria, contra a vidraça,

O Deus Eolo, parece que tudo despedaça,

A mãe Natureza, despede-se, chora, chora…!

 

Eu sinto qu’esta onda, também assim m’abraça,

A chuva, o vento da velhice já me devora,

Sofro, este tempo se mantém, em mim agora

Nunca mais terei, o Abril, cada ano que passa!

 

Não hajam fantasias, a verdade é, esta,

Das nossas Primaveras passadas, nada resta,

O Inverno aí está, duro nos nossos passos…

 

Contra este tempo, nada há a fazer, já disse,

Que vale, meu amor, este tempo da velhice,

É, aninhar-me no Verão quente dos teus braços!

publicado por novacalliope às 08:55
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A JUVENTUDE E A DROGA

                                                                              A JUVENTUDE E A DROGA

 

Sempre que eu preciso de alguma clareza,

A maconha é um caminho fácil para isso.
Alanis Morissette

 

Eu não preciso falar sobre drogas.

Mas eu posso falar sobre drogas.
Fábio Assunção

 

Usei bastante cocaína,

Mas a deixei quando não me excitava mais.

Preferi continuar vivendo e ficar lúcido.
Pedro Almodóvar

 

Droga! Veneno louco da juventude,

Nem vendo exemplos mortais tem juízo,

Nada os orienta, nada serve de aviso,

Dão cabo da maior riqueza; a saúde…!

 

Tantos há que nem querem quem os ajude,

Nem vêem ao seu lado o prejuízo,

A vida não tem valor, falta de siso,

Pasmo, como essa gente se ilude!

 

Esbeltos jovens, formosas raparigas,

Perdem-se, são de si próprias inimigas,

Não se salvam, nem co’o melhor galeno!

 

Acabam consigo e, todo seio familiar,

É vê-los além na esquina a penar,

Ou sob a ponte a injectar o veneno!

publicado por novacalliope às 07:57
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Sábado, 22 de Outubro de 2011

QUADRA GLOSADA 54

QUADRA GLOSADA 54

Mote

Não me chames amor-perfeito,

As coisas que a terra cria,

Amor-perfeito só há um

Filho da Virgem Maria.

(Quadra popular)

 

Glosa

Isto é sonho das mulheres,

Claro, levo isto bem a peito,

Amo-te, mas não exageres,

Não me chames amor-perfeito!

 

A Fé sempre nos dá confiança,

Se a gente em Deus confia,

Devemos ver com esp’rança,

As coisas que a terra cria!

 

Isto é verdade que contém,

Popularidade é, comum

Perfeito-amor só de mãe,

Amor-perfeito só há um!

 

Amar nossa mãe é dever,

É esta a idolatria,

Neste com texto penso ser,

Filho de Virgem Maria.

publicado por novacalliope às 09:23
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QUADRA GLOSADA 53

QUADRA GLOSADA 53

 

Mote

Vento não batas à porta

Que ela julga que sou eu,

É uma quimera morta,

Não chames por quem morreu!

(Júlio Brandão)

 

Glosa:

Inverno de tempo nocivo,

D’estação feia e torta,

Chegou assim agressivo,

Vento não batas à porta!

 

Trovões ribombam com pavor,

O Céu, além triste, escureceu,

É a chuva com seu rigor,

Que ela julga que sou eu!

 

Ao ver este tempo tão cris,

Vimos que nada exorta,

Minha vida, assim diz:

É uma quimera morta!

 

Sou do tempo justiçado,

Não pensei qu’estou com Morfeu,

Assim, neste triste estado,

Não chames por quem morreu!

 

 

publicado por novacalliope às 09:11
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